Posso Pagar o Seguro DPVAT Parcelado?

No primeiro trimestre de cada ano duas palavras são muito anunciadas na mídia: IPVA e DPVAT. O seguro obrigatório deve ser pago também anualmente. Como funciona seu parcelamento e como pagar a taxa? Saiba mais a seguir. 

Entenda como funciona o DPVAT

Como proprietário de veículo e motorista talvez você tenha um seguro do bem pagando em parcelas. Todos os danos físicos e vítimas de acidente por sua causa são acobertadas pelo valor informado na apólice de acordo com o dano. 

O DPVAT é um seguro semelhante em alguns pontos. Existe uma seguradora controlado que é a Líder mas você não escolhe o pacote de cobertura. Tudo é pré determinado pelo Detran e por isso é chamado de seguro obrigatório. 

O proprietário de um veículo paga o DPVAT todos os anos para ajudar as vítimas de trânsito em seus acidentes. Possuem direto a solicitar a cobertura do seguro qualquer vítima envolvida em um acidente, seja ela motorista, passageiro ou pedestre. 

O valor pago é apenas para cobrir danos à saúde, sejam eles temporários ou permanentes. Podem ir do valor de R$ 1.250 a R$ 13.500 a serem pagos em parcela única direto em conta corrente ou poupança. 

Como se paga o DPVAT

A taxa correspondente ao DPVAT chega na mão do contribuinte para ser paga através do boleto do IPVA. Todos os anos o boleto é enviado para o endereço cadastrado no Detran e deve ser pago integralmente. Como não se pode pagar apenas uma parte do valor informada no código de barras, então paga-se o DPVAT junto. 

Por que os dois boletos são enviados juntos? Para garantir que todos os proprietários de veículos de fato paguem. Infelizmente o índice de inadimplência de impostos no Brasil é alto e muitos não pagariam se fosse enviado um boleto à parte. 

Pagar as duas taxas em conjunto garante um maior sucesso no imposto. Devemos visualizar o cenário no qual a maior parte das vítimas de acidentes de trânsito não possuem verba para custear seus tratamentos médicos e possíveis lesões permanentes. A Seguradora Líder, a responsável pelos pagamentos, precisa de dinheiro para pagar a quem possui direito. Logo, é preciso ter verba de algum lugar e são os assegurados os responsáveis por liberar esta verba.

DPVAT pode ser parcelado

Como DPVAT e IPVA são pagos juntos podemos afirmar que o DPVAT pode ser parcelado. Uma vez que o valor do IPVA é parcelado a taxa do DPVAT também será porque está inclusa no mesmo boleto. 

O que infelizmente não é possível fazer são dois parcelamentos. Não se pode separar as duas taxas do boleto emitido e enviado pelo Detran. Não se pode, por exemplo, pagar apenas o IPVA à vista e parcelar o DPVAT ou o inverso.

Como as duas taxas são atreladas é simples de entender que quem não pagou o IPVA também está devendo ao DPVAT. A pendência dupla gera as mesmas consequências: multa e possível apreensão do veículo. A apreensão é por deixar o IPVA em atraso mas acaba servindo para os dois. 

 

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Como pagar DPVAT, IPVA e Licenciamento?

Além de abastecer o veículo o proprietário brasileiro necessita arcar com outros compromissos financeiros por ter um bem na garagem. Os mais importantes são o IPVA, DPVAT e licenciamento, que devem constar tanto na agenda de datas como de pagamentos da organização financeira. Como pagar esses três? Saiba mais a seguir.

IPVA e DPVAT são pagos juntos

O Imposto Sobre Propriedade Veicular (IPVA) e o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) são cobrados em um mesmo boleto. A cobrança atrelada ajuda a uma chance de maior sucesso das vítimas de trânsito. A maior parte das pessoas ignoraria o seguro e não pagaria. 

Os dois boletos podem ser obtidos de algumas formas para serem quitados:

  • Unidades do Detran;
  • Sedes da Secretaria da Fazenda(Sefaz) em diversas cidades;
  • Através de convênio com o Bradesco em alguns estados;
  • No envio para a residência do contribuinte. 

Por conta de recentes fraldes no envio do boleto do IPVA o sistema está se tornando cada vez mais digital. Nos próximos anos a tendência é que os proprietários usem apenas o sistema digital. A ‘onda’ de boletos falsos causou diversos transtornos.

Como pagar o licenciamento?

O licenciamento é um dos compromissos anuais de suma importância para o dono de um automotor. Ele é o processo responsável por verificar a total condição do veículo de circular nas ruas sem por em risco a vida do motorista e seus passageiros. 

A taxa de licenciamento é de obrigação anual e está atrelada à emissão do Certificado de Registro e  Licenciamento do Veículo (CRLV). Este documento nem todos sabem o nome mas conhecem como “documento do veículo”. De porte obrigatório, necessita estar nas mãos do motorista para apresentação independente dele ser o dono do carro ou moto.

O veículo deve ser licenciado anualmente. Para isso paga-se a taxa, realiza-se a vistoria com os mecânicos do órgão público e depois o documento é emitido. A taxa deve ser paga antes diretamente em uma das unidades do Detran. 

Como o Departamento de Trânsito está muito digital é possível entrar no site do Detran de sua cidade e agendar o licenciamento. Tira-se o boleto, paga-se e depois é só agendar a vistoria. 

Há mais taxas a serem pagas ao Detran?

O Detran é um órgão público e não filantrópico. Por este motivo todos serviços são pagos. Mas obrigatórios temos apenas o IPVA, DPVAT e Licenciamento. Os demais são serviços e não taxas e devem ser pagos de acordo com a necessidade de cada um. 

As demais taxas cobradas possuem relação com as necessidades do contribuinte, seja ele proprietário de veículo ou não. Tirar uma segunda via de CRLV por exemplo, possui uma taxa. Assim como segunda via de habilitação, dentre outros. Segunda via de boletos para pagamento também não são pagas.

Mas há serviços gratuitos também. Consulta de multas de trânsito, pontuação, se todos os impostos forem pagos e se o veículo está legalizado através da placa são de graça. Basta acessar o site do Detran e informar os dados para consulta.

FONTE

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5 Dicas para organizar as dívidas para o próximo ano

Iniciar o ano sem dívidas é um dos feitos não alcançados por todos. O primeiro trimestre para algumas famílias é o de maior gasto. Mas dá para economizar e com planejamento e atitudes simples o saldo pode iniciar positivo. Como? Com algumas dicas a seguir.

O segredo de um bom planejamento financeiro

Todos os consultores e especialistas em finanças são unânimes: planejamento financeiro é a chave do sucesso. Quanto antes você começar a fazer melhor para evitar pagar juros sobre juros e iniciar mais um ano no vermelho.

O primeiro passo é fazer uma pequena tabela de gastos. Um caderninho? Pode ser. O importante é anotar seus gastos fixos e seu salário real ou renda familiar. Esta é a única forma de saber o quanto é gasto mensalmente de fato. Muitas pessoas se quer tem ideia de quanto do salário sobra depois de pagar as contas e por isso sempre andam com a conta no banco no negativo.

Gastos anotados tende guardar dinheiro em quantias fixas. Uma pequena poupança para pensar em planejamentos futuros ou necessidades extras. Nada pior que tapar um buraco de uma conta extra deixando algum boleto fora dos pagamentos e arcar com os juros no mês seguinte. 

Dicas para não iniciar o ano com dívidas

O novo ano começando também iniciam as dores de cabeças e cálculos longos para conseguir arcar com todos os débitos. É no último trimestre anual que acontece os maiores gastos, em especial com festas de fim de ano e férias com as crianças. Dá para passar por isso sem dívidas e pagar tudo em dia? Sim, com algumas dicas a seguir.

Separe o 13º para as contas extras do primeiro trimestre

O dinheiro é uma renda extra e não necessita ser gasto de imediato. Ao invés de buscar uma viagem de férias tente pagar a vista seus compromissos fixos. Para quem possui carro o Tabela IPVA RJ e dos demais estados é um dos gastos a serem cobrados logo nos primeiros meses do ano.

Pagamento à vista do IPVA fornece 10% de desconto e comprar material escolar à vista garante os melhores preços. 

Adie um pouco às férias

Viajar com a família é muito bom mas o primeiro trimestre é o período mais caro para isso. Que tal adiar um pouco e juntar a grana para pagar tudo à vista? Será menos um parcelamento nas costas.

Evite ao máximo parcelamentos longos

É muito comum o cliente de cartão de crédito se perder nas contas. São tantas parcelas pequenas que somando se tornam impagáveis. O melhor é comprar à vista para obter desconto ou parcelas em no máximo três vezes para conseguir controlar os gastos.

Faça uma poupança

Depósitos programados de poupança (pré agendados) acabam tornando a economia um gasto fixo. Com o tempo o cliente nem sente estar economizando e o dinheiro fica guardado para eventualidades. É uma forma de não recorrer ao cartão de crédito sem necessidade.

Evite a todo custo os empréstimos

As financeiras parecem as suas amigas mas os juros são gritantes. Em algumas financeiras chegam a mais de 11%, um número considerado absurdo de longo prazo. Tente a todo custo pagar devagar e parcelar mas nunca um empréstimo em banco ou financeira.

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8 erros comuns cometidos ao comprar um carro zero

Popular ou não, ter um modelo de carro 0 km na garagem é uma ideia atraente. Paga-se mais caro e por isso é um cliente diferenciado. Todos sabem disso. Mas antes de optar pela escolha (que possui suas vantagens) saiba quais os erros mais comuns e como evitá-los.

8 erros comuns cometidos ao comprar um carro zero

Os oito erros mais comuns de quem compra carro 0 km

Comprar carro 0 km é certeza de não levar para casa veículo com vícios. Peças novas, com garantia e ainda o cheirinho de novo. Mas antes de efetuar a compra há oito pontos que não devem ser esquecidos antes de fazer a escolha.

1 – IPVA de 0 km é mais caro

Quanto mais novo o carro mais caro é o seu imposto, seja o IPVA SP ou de qualquer outro Estado. Os modelos nunca usados na loja são mais caros ainda e podem representar um gasto significativo no planejamento anual. 

2 – Atenção ao consumo por km

Os modelos mais lindos vindos da loja são atraentes e a quantidade de acessórios convida para uma compra. Contudo, carro anda com combustível e alguns consomem menos. Há os modelos que conseguem fazer mais de 15 km com litro em centros urbanos. Os modelos há diesel são mais em conta ainda por conta do valor da gasolina. 

Uma conta a ser feita é quanto se gastará de combustível em um ano e quanto custa o modelo. As vezes pagar mais caro na compra gera um retorno anual melhor de economia e compensa.

3 – Você está mesmo na loja mais barata?

As concessionárias e fabricantes vivem esbarrando nos preços e podem oferecer bons descontos com uma boa entrada. Pesquisa de valores é crucial para não cair no carro do vendedor.

4 – Você usa todos aqueles acessórios mesmo?

Um dos motivos da compra de carro 0 km ser mais cara é a quantidade de acessórios a serem incluídos. Mas eles serão usados? Um kit multimídia com monitores extras é interessante para quem tem filhos mas não para quem vai dirigir sozinho a maior parte do tempo.

Um vidro mais resistente é interessante, mas nem tudo o que vem anexo no painel de fato importa para você. Pagar mais por algo que não vai usar não vale a pena.

5 – Há dificuldade de peças no mercado?

Nem todos os modelos possuem uma ampla assistência técnica ou histórico de prolongar a fabricação de peças por um longo período. Enquanto está na garantia não é problema seu haver peças para troca. Mas e quando acabar? Pesquise mais sobre o fabricante.

6 – Modelos pouco usados são mais baratos

Você sabia que saindo da loja mesmo sem rodar mais de 10 km o carro já perde 10% do seu valor? O termo “o km” pesa no valor final da venda. Pode ser interessante procurar ofertas entre donos que conservam bem o carro e conseguir o mesmo modelo do ano anterior por uma oferta melhor.

7 – Verifique que tipo de assistência a fabricante dá

Um carro 0 km possui garantia de 3 a 5 anos, depende do fabricante. Leia com atenção todos os termos e se ele atende às suas necessidades. Se há reboque em um bom raio de cobertura e em outros Estados, por exemplo. 

8 – Onde ficam as assistências?

Os postos de atendimento de carro 0 km precisam estar em um raio de ao menos 30 km da sua residência pra dar um bom suporte. Também verifique o histórico de atendimento em sites de reclamações de clientes e qual o tempo para revisar e devolver o veículo em perfeito estado.

Fonte: https://ipva2018mg.com.br/

 

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